Permissões NTFS. Como, onde e por que utiliza-las! – Parte 1

Fala galera! Tudo bem?

Este é o primeiro artigo de uma série, onde vamos falar um pouquinho das famosas e temidas permissões NTFS. Para quem não conhece, são as responsáveis por garantir que tenhamos um ambiente seguro e organizado.

Para você que é novo e não conhece, vou abordar neste primeiro artigo o que são permissões e tentar explicar de uma maneira que não fiquem dúvidas.

De acordo com o dicionário, a palavra permissão significa: Ação ou efeito de permitir; autorização. Bacana né, mas meu amigo, me fala ai onde eu uso isso lá na minha empresa?!

Vejamos um exemplo: Lá onde você trabalha tem alguns departamentos. Vamos supor que você tem um servidor de arquivos e nele resolve criar uma estrutura de diretório para cada departamento. Você precisa garantir que os departamentos não consigam enxergar o diretório uns dos outros. Legal! Agora você me pergunta. Como?! A resposta é simples! Com PERMISSÕES meu caro colega!

Este foi apenas um exemplo, permissões são utilizadas de diversas maneiras. A palavra de ordem é PLANEJAMENTO! O ideal é você rascunhar tudo em um papel primeiro e depois sair dando as permissões de forma correta.

Bom, agora que você sabe o que é uma permissão, vamos nos aprofundar mais dentro do iceberg.

Permissões NTFS controlam o acesso a arquivos e diretórios formatados em volumes com sistemas NTFS, onde elas são associadas a usuários e grupos específicos, ou a eles atribuídas onde deveram ter uma ou mais permissões apropriadas.

Como o NTFS surgiu?

O NTFS é um sistema de arquivos amplamente utilizado nos sistemas operacionais da Microsoft. Sua primeira aparição foi no Windows NT, sistema operacional para uso em servidores cuja primeira versão foi lançada em 1993.

Sistemas operacionais, como o Windows, utilizam uma lista de controle de acesso, conhecido também com ACL (Access Control List) onde estas são um conjunto de permissões individuais, conhecidas como entradas de controle de acesso, ACEs (Access Control Entries). As ACEs possuem entidades de segurança (usuários, grupos ou computadores) e as permissões específicas atribuídas a essa entidade. Enfim, quando você gerenciar um servidor Windows, nada mais é que estará criando e modificando ACEs de uma ACL.

Iniciamos nossa viagem, espero que já tenha sanado as primeiras dúvidas. Gostou desse tema? Deixe seu comentário, com sua dúvida, sugestão, elogio.

Até logo! 😀

Sobre o Autor

Analista de infraestrutura em tecnologias Microsoft na Unimed Catanduva. Sou MCP (Microsoft Certified Professional). Formado em tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas no Instituto Federal de São Paulo. Amplo conhecimento em tecnologias de virtualização — Hyper-V e VMware — e sistemas de gerenciamento de backup. Apaixonado por heavy metal, principalmente Iron Maiden! \o/